Uma história, uma história! Deixa-o vir, deixa-o ir.
Houve um tempo em que um grande chefe ordenou que as pastagens fossem incendiadas. Os caçadores e guerreiros saíram em todas as direções, mas não encontraram nenhum jogo até que toda a grama tivesse sido consumida pelas chamas. Daí, certo menino iníquo notou um buraco na terra queimada e começou a cavar com grande ânsia. Ele não encontrou nada no início, mas quando ele cavou mais fundo, uma velha emergiu de dentro daquele lugar escondido.
Quando ela saiu, ela gritou com raiva terrível e declarou: "O chefe queimou o arbusto! Muitos já viram este buraco antes e passaram sem o perturbar, mas agora você o expôs. Hoje verás o que fizeste!
Com isso, ela atacou o garoto para agarrá-lo, mas ele a golpeou rapidamente com seu machado. Ela saltou alto para o ar e se transformou em um falcão feroz. Quando ela desceu para o atacar, ele disparou a flecha contra ela. Assim lutaram, mudando formas e armas, até que finalmente ela o venceu. O rapaz virou-se e fugiu pela sua vida.
Ao correr pela terra, desesperado e exausto, encontrou uma vespa que teceva panos no seu tear. A vespa perguntou-lhe: "Para onde corres com tanta urgência?" O menino respondeu sem fôlego: "Uma velha mulher persegue-me com má intenção!" A vespa então disse calmamente: "Sente-se aqui e descanse. Quando ela chegar, lidarei com ela."
Então o rapaz sentou-se e esperou.
Logo, a velha apareceu, apressando - se para capturar o menino. Mas a vespa foi rápida e astuta ele engoliu-a inteira num único gole! Então a vespa virou-se para o menino e levantou um único fio de sua tecelagem. Ele deu-o ao menino e instruiu-o, "Você deve amarrar este fio firmemente em torno do meu meio."
O rapaz pegou no fio e enfiou-o à volta da cintura da vespa, puxando-o cada vez mais apertado até que o corpo da vespa foi quase cortado em dois. E assim tem permanecido até hoje. A barriga da vespa é grande e redonda, pois a velha habita dentro dela. As costas dele ficaram finas como fios, porque o rapaz a amarrou tão firmemente no meio, atrás.
É o fim da história. Tira a cabeça do rato!
O rato não comerá a minha cabeça, antes comerei a cabeça do rato.



