
A história do trabalho duro: Sandow e a cabaça
Era uma vez, na parte norte de Gana, um jovem chamado Sundow. Ele não gostava de trabalhar na fazenda como as outras pessoas em sua...
Explore o folclore africano e a tradição oral num só lugar: mitos, lendas e contos da África Ocidental, Oriental, do Norte e Austral. Percorra a biblioteca, pesquise por tema e leia histórias que levam adiante um património cultural.

Era uma vez, na parte norte de Gana, um jovem chamado Sundow. Ele não gostava de trabalhar na fazenda como as outras pessoas em sua...

Era uma vez, o Hawk e o Hen eram muito bons amigos. Eles viviam juntos numa casinha. Fizeram tudo juntos. Além disso, queriam fazer um...

Alidu tinha cerca de cem cabras na sua aldeia. Certo dia, foi à casa do chefe e disse - lhe: “Tenho um bode velho. Pode dançar, cantar e...
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Era uma vez, numa pequena aldeia à beira de uma floresta escura, vivia uma família pobre – uma mãe, um pai e os seus amados filhos....
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No início havia uma enorme gota de leite. Então Doondari veio e criou a pedra. Então a pedra criou o ferro; E o ferro criou fogo. E o...

Era uma vez, numa aldeia feliz, havia muita comida, água, paz e amizade. Mas então a chuva parou, e uma seca terrível começou. Os...

Um homem e o filho iam com o burro ao mercado. Enquanto caminhavam ao seu lado, um compatriota passou por eles e disse: "Seus tolos,...

Há muito tempo, o Crab era um homem muito bonito. Ele era alto e tinha um cabelo fino. Ele também foi muito gentil. Ele tinha muitos...
A Mythopia é uma biblioteca digital gratuita de contos, mitos e lendas de África. Reunimos narrativas tradicionais da África Ocidental, Oriental, do Norte, Austral e Central: os contos do trapaceiro Ananse, a aranha do Gana, a mitologia iorubá dos Orixás na Nigéria, as lendas de guerreiros zulus da África do Sul, as histórias suaílis da costa do Quénia e da Tanzânia, e tradições menos conhecidas de todo o continente.
Todas as histórias da Mythopia são gratuitas para ler, pesquisar e partilhar. A nossa missão é preservar o património oral africano para as gerações futuras — estudantes, comunidades da diáspora, professores e quem se sinta atraído pela sabedoria guardada nestas narrativas.
As tradições orais africanas estão entre os sistemas narrativos mais antigos e sofisticados da humanidade. Muito antes da escrita, os contadores africanos — griôs, anciãos, mães e sacerdotes — carregavam cosmologias inteiras, sistemas jurídicos, genealogias e filosofias morais em forma de história. Figuras como Ananse, a aranha, os Orixás iorubás ou os espíritos ancestrais zulus (amaThongo) não são apenas personagens: são conceitos filosóficos, codificados em narrativa para poderem ser lembrados, debatidos e transmitidos.
Como diz o provérbio maliano: «Quando um ancião morre, arde uma biblioteca.» A Mythopia existe para que essa biblioteca não arda — tornando estas histórias encontráveis, pesquisáveis e partilháveis online.